Atende a crianças/adolescentes que já foram acolhidas institucionalmente com intuito de acompanhar e evitar um reacolhimento, após seu retorno para a convivência familiar. No período de férias são oferecidas atividades para que as crianças/adolescentes possam interagir de forma lúdica os atendimentos são institucionais e domiciliares feitos por Psicólogo e Assistente Social.

Desenvolver ações técnicas junto às famílias das crianças/adolescentes egressos do serviço de acolhimento que possibilitem o fortalecimento dos vínculos afetivos, reordenação da estrutura familiar e o desenvolvimento da convivência familiar e comunitária com o intuito de garantir a permanência das crianças/adolescentes com família de origem e extensa. (Prevenção ao reacolhimento).

  1. Aumentar as competências, capacidades e habilidades familiares propiciando cuidados e proteção na dinâmica familiar contribuindo para a construção da organização familiar e resgate da autonomia;
  2. Propiciar meios para superação dos fatores que geram desvantagens políticas, sociais, culturais e biológicas levando a resiliência* familiar;
  3. Possibilitar oportunidades de vivência e aprendizagem nas relações interpessoais, reconstrução dos vínculos afetivos, consciência dos direitos e deveres e redescoberta de valores;
  4. Promover a redução da violação dos direitos das crianças e adolescentes e combater a privação do direito ao convívio familiar e comunitário (Institucionalização);
  5. Otimizar as ações em Rede garantindo o atendimento integral e integrado da família.
  1. Aumentar as competências, capacidades e habilidades visando à redefinição da dinâmica familiar e autonomia pessoal e social;
  2. Propiciar que as famílias consigam a resiliência* familiar, superando os fatores que geram desvantagens políticas, sociais, culturais e biológicas;
  3. Fortalecer as relações interpessoais, reconstrução dos vínculos afetivos, consciência dos direitos e deveres e redescoberta de valores;
  4. Combater a violação dos direitos das crianças e adolescentes, prevenindo a Institucionalização (reacolhimento) e garantindo o direito ao convívio familiar e comunitário;
  5. Articular ações em Rede garantindo o atendimento das famílias dos egressos do serviço de acolhimento.

O trabalho com as famílias será desenvolvido por Técnicas da Instituição Casa de Santa Clara com ações articuladas com o Conselho Tutelar e a Rede de Proteção Social.

Ações desenvolvidas com as famílias e crianças/adolescentes:

Visitas domiciliares serão desenvolvidas periodicamente, conforme a necessidade, por determinado tempo para acompanhamento de cada caso para acompanhamento e evolução das “Propostas Promocionais” elaboradas pela equipe técnica da Casa de Santa Clara e a família, visando à prevenção ao reacolhimento, à reflexão da dinâmica familiar e o fortalecimento das relações interpessoais.

Continuarão os acompanhamentos escolares e de saúde nos casos necessários, preparando sempre a família para assumir as responsabilidades, garantindo a autonomia social com segurança e proteção para os filhos.

Os atendimentos de orientação com a Psicóloga – são voltadas para as crianças/adolescentes e suas famílias, que proporciona um maior envolvimento e proximidade entre Instituição x família. Desse modo a visão negativa causada pelo processo de acolhimento, tanto para a família quanto para a criança é desconstruída gradativamente, quebrando paradigmas e pré-conceitos.

  • Total de crianças/adolescente atendidos: 22

Total de crianças/adolescente 09 – recebem orientações psicológicas com atendimentos do Projeto Aconchego – segundas quartas

O apoio material é necessário quando se percebe que a falta de recursos compromete a vida da família, seu funcionamento, resultando muitas vezes em um rompimento desta estrutura.

O apoio material será concedido mediante estudo social pela equipe técnica conforme a necessidade de cada família, bem como a utilização da Rede de Proteção para os encaminhamentos devidos para doações. Ex. alimentação, higiene/limpeza, vestuário e outros.

Reuniões periódicas em Rede, entre os parceiros de cada caso, para monitoramento e redirecionamento das ações desenvolvidas, garantindo o atendimento integral e integrado das famílias.

Cada família será acompanhada pelo tempo necessário, cabendo a equipe técnica da Casa Santa de Santa Clara a analise para o desligamento do Projeto.

O desligamento será concretizado após a família assumir as responsabilidades, garantindo a autonomia social com segurança e proteção para os filhos.

Caso a família não aderir às propostas técnicas, o caso será encaminhado mediante relatório ao Conselho Tutelar em devolutiva para que mesmo tome as providências cabíveis de representação da família a Juíza da Vara da Infância e Juventude ou de reacolhimento das crianças.